Na última seção ordinária o poder legislativo em Várzea Alegre, realizada na noite da terça-feira 11, os vereadores puderam registrar dois pontos importantes. A primeira reunião na nova estrutura, na sede própria do governo legislativo, e a votação que elegeu o novo presidente da casa.

Em uma eleição cheia de muitas articulações e nomes apontados no final apenas dois sobreviveram as intemperes vulcânicas do legislativo. José Dener da base governista e Michael Martins do grupo oposicionista.

No transcurso do período eleitoral nomes apareceram como certos a vaga de presidente, outros galgaram espaço e ouve até lançamento de livre espontânea vontade. Os bastidores se fecharam os vendavais das negociações varreram as possibilidades visíveis, e eis que surgiu o primeiro e oficial nome da bancada de situação José Dener. Para muitos uma surpresa para outros a lógica do momento.

Dener como os demais companheiros, exceto a professora Dedê e o experiente Zé Batista, milita pela primeira vez no cenário político com mandato. Surgiu meio tímido ainda com traços bem juvenil, foi aos poucos ganhando espaço e galgando chegar além do que se pensava, e chegou. Driblou as barreiras, articulou e com apenas dois anos na vida pública sentará em 1º de janeiro na cadeira principal do plenário José Caetano da Silva para suceder a Alan Salviano conduzindo os trabalhos da casa do povo.

Ele é sabedor do que pode vir pela frente, responsabilidade de dar continuidade a estrutura edificada e tomar as rédeas para direcionar as bancadas nos dois últimos anos de gestão de ambos.

Como ocorreu nas últimas eleições quando os mesmo foram eleitos onde a casa foi renovada em 99%, são esses dois anos que irão decidir quem dos 13 permanecerá representando o povo, e para isso a partir de janeiro a casa viverá o salve-se quem puder, cada um deverá buscar suas conquistas para se manter no legislativo. Aquele que mais tiver aproveitamento nos próximos 24 meses poderá assegurar sua vaga. E com isso embates e provocações deverão surgir a cada reunião.

Dener é a juventude a qual foi depositada a confiança para reger a orquestra que muitas vezes toca desafinada para ecoar a um público que vive de tímpanos abertos para captar as melhores frequências de acertos, por isso anda desconfiado da própria sombra.