O projeto de lei do governo federal para regulamentar a educação domiciliar, anunciado nesta quinta-feira (11) pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), representa um novo capítulo de um embate que já dura anos.

A proposta envolve, de um lado, um número fora das estatísticas oficiais de pais que querem a liberdade de educar seus filhos em casa e, de outro, regras estabelecidas há décadas pelo sistema educacional e defendidas pela maioria dos especialistas na área.

O texto do Executivo, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional para sair do papel, é criticado e apoiado com base em alguns pontos centrais:

Importância da escola como espaço de socialização;

Qualidade do ensino domiciliar;

Criação de mercado de material didático, videoaulas e tutores privados;

Respeito à liberdade das famílias;

Proteção das crianças vulneráveis.

Vamos entender qual a posição dos nossos varzealegrenses. A Alice Gonçalves diretora da escola Maria Afonsina não comunga com à medida que segundo ela não trás benefícios para os alunos.

O universitário Joaquim Anderson também observa que existem pontos positivos e negativos, onde o distanciamento da sociedade deixa uma lacuna que só será preenchida nas salas de aula.