O processo educativo não pode fugir da proposta de formação humana e cidadã, buscando sempre formar pessoas identificadas com a vivência da solidariedade e intolerantes ao preconceito de qualquer natureza.

A Secretaria Municipal de Educação de Várzea Alegre, na sua proposta de formação cidadã e educação para a vida, entende como imprescindível, o respeito ao outro e como reprovável, desumano e inadmissível qualquer tipo de preconceito.

Identificando a presença do racismo na realidade brasileira e compreendendo que isso obsta a existência de um mundo melhor e mais desenvolvido, a Secretaria Municipal de Educação, através da sua Equipe de Educação Infantil (professoras Maria Élia Correia, Alana Costa e Maria Conceição) está iniciando, nesta quarta-feira, 14 de agosto, a campanha “Por uma Infância sem Racismo”, com a participação das crianças (creches e pré-escola), docentes da educação infantil de Várzea Alegre e as famílias.

É preciso compreender de uma vez por todas que a cor na pele não participa na formação da personalidade. Por dentro somos todos iguais. Julgar a cor como fator de distinção é pensamento de uma mente doente, mórbida.

A educação não pode e nem deve assumir proposta pedagógica de priorização de componentes curriculares. Esse comportamento reducionista em nada contribui para a materialização da finalidade da educação, proposta pela LDB, que é o “pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

É preciso educar a criança de forma integral; a aprendizagem das letras e dos números são importantes e mais importante ainda quando acompanhadas da aprendizagem da solidariedade, do amor, da fraternidade e da importância de uma vida sem preconceitos e discriminações.

É óbvio que devemos trabalhar para o bom desempenho das nossas crianças nos componentes curriculares. Mas o que é vital e urgente no trabalho docente é a priorização do desempenho na vida e por desempenho na vida deve ser entendido uma vida plena de amor, fraternidade e sem racismo.

Na escola DEZ e na Vida também DEZ, eis a questão! Prof.

Abraço fraterno e solidário!

Prof. Dagoberto Diniz