Dois poderes, o executivo e o legislativo comandam o destino político de um município, e nesse processo administrativo é muito comum as trocas de farpas.

A política varzealegrense é conhecida pela sua polarização, mesmo parte dos edis já tendo se assentado nas diversas bancadas ao longo da história, na hora de tomar partido os ânimos se acirram e os considerados podres de ambas as partes veem à tona.

É bastante comum, muitas vezes um determinado edil mesmo reconhecendo alguma irregularidade não aceitar seu opositor apontar o dedo contra sua militância.

Desde que mundo é mundo que esse tipo de “política ou politicagem” ocorre nos mais de cindo mil município espalhados pelo imenso Brasil. Direitos se misturam aos anseios que por si são direcionados a bloqueios de acusações.

O meu? Claro que fez e faz. Pois você tem memoria curta nós sempre fomos comprometidos com nossa gente. E por aí segue os discursos.

Mais, e hoje? É, nesta quarta-feira 4, o tom de discurso subiu os nervos afloraram acusações e defesas tomaram conta de uma reunião que deveria ter sido direcionada a discutir problemas de cunho coletivo. Digo da população. Mais a fúria de acusar e a ânsia de defender trucam os avanços de uma política onde se espera, por mais segurança, moradia, emprego, saneamento, saúde dentre tantos outros segmentos que são deficientes para a população.

O próprio presidente da casa José Dener, mais uma vez demonstrou sentimento de tristeza ao ficar entre a cruz e a espada. Apascentar os furiosos conflitantes mais parece impossível, pois tudo que as partes desejam naquele momento é jogar na cara dos seus desafetos que tudo estar errado. Sensibilidade para ceder e reconhecer quem está mais desconforme com o verdadeiro sentido da politica não parece ser um desejo comum.

Mais afinal a briga é política ou pessoal? Existem momentos que a falta de ideologia política é sucumbida nas avantajadas ondas de ataques que mais parecem um tribunal de júri. Defuntos soterrados nas gestões passadas emergem dos confins arrepiantes do passado histórico da política.

Quem é situação defende quem é oposição aponta as irregularidades, assim entendidas pelos oposicionistas. Estes saem em defesa do povo, assim argumentam. Situação diz zelar pelo patrimônio público, e tentar evitar que a cabeça da população seja confundida.

Certo é que reuniões desse tipo deixam de ser produtivas, ganhando apenas notoriedade como discussão política por estar próximo a mais um pleito eleitoral, na desta quarta-feira recebeu inclusive a alcunha de BB. Ou seja, não estar no agrado do povo. Este povo na verdade quer ver ir a tribuna projetos coerentes sem carimbo partidário.

Projetos que entregue a população: Ruas limpas e saneadas, logradouros aconchegantes, esporte, educação etc. Sobra políticos faltam soluções para os inúmeros problemas. Desde de um calçamento de ladeira, reforço na passagem molhada, uma carradinha de piçarra no atoleiro, a própria confecção do RG documento indispensável para o dia mais esperado dos candidatos, o dia da votação. Pois é, menos políticos mais ações, podem fazer a diferença.