O orçamento impositivo se refere a um percentual considerado de 1,2% da receita anterior do município para que seja divido entre os vereadores com 50% para ser aplicado na saúde e os outros 50% para as demais demandas.

O intuito é dá oportunidade ao vereador levar esse percentual para sua comunidade em forma de obras que são realizadas pelo governo municipal com apenas indicação dos vereadores, ou seja, o edil apenas aponta a necessidade de sua comunidade a a gestão executa.

A medida por três vezes foi colocada para apreciação pelo vereador Marcelo Fledson do PP, porém, ambas as vezes obteve negacionismo pela bancada de situação. Sendo que duas apresentações ocorreram na gestão anterior e a última nesta gestão do legislativo.

É uma medida que segundo seu autor traria melhorias para o município e sem negar a execução da gestão, como o vereador é aquele que está mais próximo das comunidades tem mais conhecimento das necessidades e assim apontaria ao gestor o que o mesmo deveria executar.

Como a medida é impositiva seu próprio nome já chama a atenção para uma espécie de obrigatoriedade o que não é comum ocorrer nos trâmites da seara política.

O vereador do PP José Araújo do cedro veio colaborar com a votação da medida impositiva, mostrando que no seu município tem dado certo, já em Várzea Alegre o pensamento é bem diferente. O vereador PP Marcelo que pela terceira vez apresentou a medida impositiva e que foi recusada. Com Isso quem mais uma vez tem o prejuizo é a população.

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